VIII Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP

13 a 16/OUT/2026
Auditório Casa de Cultura Japonesa

Programação

TERÇA - 13 DE OUTUBRO DE 2026

MESA 1 (10h00-12h15) – O capital e a violência de sua constituição histórica

Comentador: Rafael Vieira (UFRJ)

Camila PaivaCapitalismo de Estado: entrrice fascismo e democracia nos escritos das décadas de 1930-1940
Vinicius Araujo da Silva NascimentoDesarraigamento, superfluidade e solidão: a crise política da modernidade capitalista em Hannah Arendt
André Luiz Barbosa da SilvaHeinrich Regius, o espectador noturno; ou a Weimar crepuscular de Max Horkheimer
Paulo Yasha Guedes da FonsêcaO Tempo do Antissemitismo: Postone e Mazower em Diálogo Crítico

RODA DE CONVERSA (12h15-13h00) –
Teoria Crítica e as universidades na época da ditadura
Rafael Vieira (UFRJ)

MESA 2 (13h00-15h15) – Teoria crítica e decolonialidade

Comentador: Bárbara Soares (USP)

Michelle Ulloa GamboaPara além da descolonização: utopia histórica e sujeito colonial em Marcuse e Fanon
Vinícius Ferreira da SilvaA propósito da descolonização da teoria crítica: pontos e contrapontos
Ana Paula Brito NunesO direito que não basta: violência de gênero, teoria crítica e os limites do reconhecimento formal no Brasil
Amanda de Cássia Massunanga MoreiraRepensando o universalismo moral e político da modernidade à luz do pensamento de Seyla Benhabib

MESA 3 (15h30-17h15) – Crítica do trabalho e sofrimento social

Comentador: Thor Veras (UNIR)

Matheus de Vilhena MoraesPobreza, neoliberalismo e trabalho como cooperação social a partir de Franck Fischbach
Gustavo Nascimento de SouzaO paradigma democrático do trabalho: Axel Honneth, a soberania do trabalhador e o trabalho precarizado
Victória Santos de Faria VelosoCapital fictício e o reaparecimento da dominação pessoal: uma análise a partir da reprodução social

PALESTRA DE ABERTURA (18h-19h45) – Teoria Crítica, hoje
Denilson Werle (UFSC)
Lidiane Soares Rodrigues (UFABC)
Luciano Gatti (UNIFESP)
Renata Guerra (UFU)

MESA 4 (20h00-21h45) – Extremas-direitas, hoje

Comentador: Lilian Sendretti (CEBRAP)

Alexandre Kubrusly BornsteinAs feridas da democracia liberal: uma análise do discurso antissistema bolsonarista
Juliana AntunesW.B vai ao Instagram: Construção estética do bolsonarismo nas redes sociais
Davi Ribeiro de CamargoApontamentos para uma Teoria Crítica do Conspiracionismo: as contribuições dos estudos críticos do antissemitismo para a análise das teorias da conspiração da ultradireita contemporânea

QUARTA - 14 DE OUTUBRO DE 2026

MESA 5 (10h00-12h15) – Crítica da ideologia, o conceito de crítica e normatividade

Comentador: Renata Guerra (UFU)

Ana Júlia Diniz Neves do LagoQuais os sentidos da crítica no neoliberalismo?
Lutti MiraO objetivismo da crítica da economia política madura de Marx e suas repercussões no marxismo
Pedro Luís PanigassiCrítica da ideologia como crítica das práticas sociais ideológicas: uma análise do modelo crítico de Titus Stahl
Pedro Pimenta Barbosa de SousaPara além do "lamento sobre a reificação": crítica e materialismo em Theodor W. Adorno

MESA 6 (13h00-15h15) – Adorno, não identidade e novos estudos

Comentador: Felipe Catalani (UNIFESP)

Gabriel Resende de OliveiraValor de uso e não-identidade: Adorno como leitor da crítica da economia política
Julia Mancilha Carvalho PedigonePerturbações da identidade: apontamentos sobre as feridas de gênero a partir de fragmentos de sonhos de Theodor Adorno
Allan M. HillaniFascismo e fetichismo: Adorno e a recusa da igualdade
Jade Beatriz Pereira Amorim"Não sentir-se em casa na própria casa": a moral negativa em Adorno

MESA 7 (15h30-17h45) – Teoria estética a partir do Brasil

Comentador: Taisa Palhares (UNICAMP)

Lara Peres RamiresDo mosaico ao concreto: gramáticas do reconhecimento e do lugar na preservação do patrimônio arquitetônico brasileiro
Igor Torres Santos MagalhãesHabermas e a defesa da arquitetura moderna: um debate com Paulo e Otília Arantes
Jailson Ramos de Oliveira Jr.Crítica ao colonialismo cultural no nacionalismo estético de Paulo Emílio Sales Gomes
Luiza Tenan VitorA imagem como sistema de representação em Sem Título (1974-1977) de Sonia Andrade

MESA 8 (18h00-19h45) – Teoria estética

Comentador: Lucas Fiaschetti (USP)

Gustavo de Almeida ReisConcepções e posicionamentos de Lukács e Adorno em relação ao Realismo Socialista: uma perspectiva comparativa
Artur Sartori KonAntirrealismo para tempos sombrios: experiência estética em Kluge, Menke e Rebentisch
Mateus Matos BezerraA Teoria Estética de Theodor Adorno como fundamento para a crítica imanente do cinema de Alexander Kluge

MESA 9 (20h-21h45) – Análise estética crítica

Comentador: Ricardo Lira (NDD-CEBRAP)

Diogo Leme da Silva"Pixação" e dessubstancialização formal da arte
Lucas Zacarias de AndradeMurphy, o primeiro mutilado - a crise da forma literária e a inovação de Samuel Beckett
Guilherme Pereira da SilvaA Arte do Solteiro: O Realismo Labiríntico de Franz Kafka

QUINTA - 15 DE OUTUBRO DE 2026

MESA 10 (10h00-12h15) – Gênero, reprodução social e crítica do gênero

Comentador: Gustavo Frota Lima e Silva (NDD-CEBRAP)

Pamela Pereira PrestupaReprodução social e subordinação de gênero: há espaço para emancipação no capitalismo?
Amanda Soares de MeloDa Abjeção à Não Violência: um percurso na filosofia de Judith Butler
Ana Clara Braga MachadoA Política Nacional de Cuidados à luz da crítica do valor-dissociação
Helena Sabino Rodrigues CunhaNeoliberalismo e feminismos: potências e limitações dos diagnósticos de Nancy Fraser

MESA 11 (13h00-15h15) – Reconhecimento e Teoria Crítica

Comentador: Mariana Teixeira (Universidade de Lisboa)

Caio Rosalles Seccoli Xavier de OliveiraSobre o estatuto lógico do reconhecimento: um diálogo entre Habermas e Theunissen
Mariana Huanca IacomussiCaso Severn-Ferenczi: pressupostos metapsicológicos para uma análise mútua
Juan Ignácio Gomez MartinezTrabalho, reconhecimento e libertação: Um diálogo entre Hegel e Fanon
Daniela da Silva SantanaO universal em disputa na luta por reconhecimento: de Hegel a Fanon

MESA 12 (15h30-17h15) – Psicanálise e Teoria Crítica

Comentador: Inara Marin (UNICAMP/CEBRAP)

Milena Martin BravoAmy Allen e o processo de sujeição
João Gustavo Alves Abrunhosa RibeiroA administração da pulsão de vida: um diálogo entre Eros e civilização e O homem unidimensional
Carolina Mourão Filgueiras e André Robles DutenhefnerO preço do esclarecimento: entre a introversão do sacrifício e o mais-de-gozar

O LEGADO DE JÜRGEN HABERMAS (18h-19h45)
Cristina Consani (UFPR)
Denilson Werle (UFSC)
Raphael Neves (UNIFESP)

MESA 13 (20h00-21h45) – Ideias fora do lugar e a refração brasileira da teoria

Comentador: Luiz Fernando Barrére Martin (UFABC/USP)

Nilton Augusto Duarte das ChagasAltos e baixos do conceito de vanguarda no segundo Roberto Schwarz (ou: os fins da arte na periferia do capitalismo)
Natan OliveiraA modernidade de Hegel no embate entre Arantes e Lebrun: ambivalência do presente e ponto de vista da periferia
Thomas Henry Silva StantonDemorar-se no veneno: Hegel e cinismo moderno nas leituras de Paulo Arantes, Vladimir Safatle e Sílvio Rosa

SEXTA - 16 DE OUTUBRO DE 2026

MESA 14 (10h00-12h15) – Subjetividade, tendências de algoritmização e tecnologia

Comentador: Felipe Chieregato Gretschischkin (NDD-CEBRAP)

Ariane Barrocal VelascoAlgoritmização como administração da experiência e pseudoindividualidade
Cian Spangemberg Barbosa WhatelyAutomação dos ideais na gestão algorítmica da fragmentação social: digitalização e psicologia das massas hoje
Luciana Lima Castro Graciano LázaroO brainrot como passatempo
Tailine HijazQuando a "Ágora" é privatizada: repensando a liberdade de expressão na era digital

MESA 15 (13h00-15h15) – Os desafios da esfera pública digital 

Comentador: Ricardo Crissiuma (UFRGS)

Thiago FerreiraA Esfera Pública Digital e a Crise da Solidariedade Democrática
Talita Cristina de OliveiraEsfera pública e Hegemonia: as disputas políticas pelo código técnico
Genival Silva Souza FilhoA erosão das democracias participativas a partir da reificação algorítmica do eleitor
Inácio de Paula e SilvaRevisitando Habermas para pensar a microdeliberação: dos minipúblicos à esfera pública

MESA 16 (15h30-17h15) – Crise da esquerda e seus futuros

Comentador: Fábio Querido (UNICAMP)

Fernando Berwanger BarbosaO paradoxo das esquerdas frente ao neoliberalismo autoritário: as frentes amplas e as limitações da contestação política
Leonardo Rodrigues SilvérioMelancolia de esquerda como debate para politização intelectual
Wander Arantes de Paiva Segundo,Violência em nome da paz? As análises de Herbert Marcuse e Hannah Arendt acerca dos grupos de resistência contracultural da década de 1960

PALESTRA DE ENCERRAMENTO (18h-19h45) –
Encruzilhada democrática e os (des)caminhos da política brasileira
Camila Rocha (CCI/CEBRAP)
Felipe Catalani (UNIFESP)
Lilian Sendretti (CEBRAP)
Thor Veras (UNIR)

CONFRATERNIZAÇÃO

VIII Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP

Edital

 

A Comissão Organizadora torna público o edital de abertura de inscrições e estabelece normas relativas à participação de pesquisadores(as) no VIII Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP. O evento ocorrerá presencialmente nos dias 13, 14, 15 e 16 de Outubro de 2026, no Conjunto Didático de Filosofia e Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Em cada mesa do Encontro haverá a apresentação de trabalhos de pesquisadores(as) de graduação, mestrado e doutorado, além de comentários de um(a) pesquisador(a) com experiência na área, possibilitando debates e estímulos às pesquisas em andamento.

 

1. Escopo

 

Em sua oitava edição, o Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP pretende voltar seus olhos para propostas que pensem a teoria crítica, hoje. Partindo de uma provocação urgente diante do cenário atual de crises e emergências múltiplas, a Comissão Organizadora convida a comunidade científica a desafiar o cânone crítico para pensar: os desafios enfrentados pela disciplina e mediações necessárias para articular diagnósticos inter/transdisciplinares em face das agruras e complexidades de nosso tempo: um mundo fragmentado e submerso em conflitos geopolíticos tais como a manutenção da guerra entre Rússia-Ucrânia, Israel-Palestina; fluxos migratórios que reacendem o debate sobre racismo e a construção do Outro como inimigo; intervenção americana em territórios latino-americanos mediante a tomada do poder na Venezuela; a disputa tecnológica desenfreada entre EUA e China; a ascensão de Big-Techs e o hype em torno do desenvolvimento da Inteligência Artificial; tendências para o desenvolvimento de futuros pós-neoliberais (utópicos e apocalípticos) e a propagação de fantasias transhumanistas que ocultam a materialidade de um modelo capitalista de exploração e expropriação que aprofunda a precariedade do trabalho, assimetrias de poder (centro e periferia), além de acentuar as consequências ecológicas da crise climática.

Nesse contexto, o que significa repensar as estruturas sociais e nossas relações no trabalho, na política, na economia e na família, articulando reflexões sobre o cuidado, meio ambiente e possibilidades de luta e organização política? Mais do que isso, convocamos a comunidade a repensar os desafios enfrentados a partir de um ponto de vista situado e periférico: de que forma essas e outras questões refletem no cotidiano de nosso país e na articulação teórica como chave de leitura, proposta de interpretação e intervenção prático-política? Quais as mediações necessárias em termos de revisões conceituais, abordagens teóricas e metodológicas? Em um mundo fragmentado e submerso em crises, como podemos — (se) podemos — pensar futuros pós-neoliberais de cunho  emancipatório?

 Essas são algumas das questões que podem orientar e estimular as reflexões desenvolvidas nos trabalhos que participarão do VIII Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP. Dessa maneira, convidamos a inscrição de papers, destinados à elaboração de abordagens teórico-históricas e o desenvolvimento de diagnósticos a respeito do tema, sem, no entanto, restringi-los ao escopo anunciado. A única exigência, trata-se da obrigatoriedade das submissões se enquadrarem em um dos eixos especificados abaixo (item 1.1). Por fim, encorajamos a submissão de trabalhos no âmbito da teoria crítica que se dediquem a temas como feminismo, teorias descoloniais, antirracismo, pensamento brasileiro, interseccionalidade, e assim por diante.

 

1.1 Eixos temáticos que deverão ser indicados obrigatoriamente na submissão de trabalhos:

 

  1. Diagnósticos sobre capitalismo e crises;
  2. Aura, indústria cultural e experiências estéticas;
  3. Fascismo, neoconservadorismo e populismo;
  4. Materialismo interdisciplinar, conceitos de crítica, método e dialética;
  5. Sociedade civil, esfera pública, direito e democracia;
  6. Razão instrumental, técnica e reificação;
  7. Movimentos sociais, desobediência civil e lutas por reconhecimento;
  8. Feminismo, antirracismo e interseccionalidade;
  9. Teoria crítica e psicanálise;
  10. Recepções da teoria crítica no Brasil e o pensamento crítico brasileiro;
  11. Capitalismo, crise ecológica e ecossocialismo;
  12. Reprodução social, economia do cuidado, trabalho não-pago e precário;
  13. Economia política, financeirização, teorias da dependência e neo-extrativismo;
  14. Tecnologia, colonialismo digital e plataformização;
  15. Crise da esquerda, diagnósticos pós-socialistas e alternativas pós-neoliberais.

 

2. Objetivo

 

O Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP é um evento pensado para estimular o debate entre pesquisadores(as) de diferentes níveis (iniciação científica, mestrado e doutorado) que compartilham áreas de estudo no âmbito da teoria crítica, especialmente em seus vínculos com a filosofia política. Como valorizamos imensamente o diálogo estabelecido nos dias de evento, tanto durante as mesas quanto nos períodos de interação livre, e reconhecemos o aspecto irreproduzível da interação presencial, não será possível participar de maneira remota.

 

3. Público-alvo

 

Alunos(as) de graduação e pós-graduação que realizam pesquisa em temas relacionados ao Encontro. Especificamente, as seguintes categorias:

  1. Mestrado em andamento;
  2. Mestrado finalizado;
  3. Doutorado em andamento;
  4. Doutorado recém concluído (máximo 1 ano após defesa).

 

4. Diretrizes para submissão de resumo

 

As submissões de resumo devem ser realizadas até o dia 17 de Abril de 2026 por meio do formulário de inscrição: < https://forms.gle/aQ8TY8tjQZinHPGr5>. O resumo deve ter no máximo 300 palavras. Aceitamos submissões em português e espanhol. O resumo e o texto devem ser inéditos e cada autor(a) deve enviar apenas um resumo. Em caso de submissão de resumos em coautoria, deve-se observar que ambos(as) autores(as) precisam se enquadrar nas regras de público-alvo acima descritas e estar presentes na apresentação e discussão do trabalho.

 

5. Diretrizes para envio de trabalhos completos

 

Os resumos selecionados serão divulgados no dia 05 de maio de 2026. Os(as) pesquisadores(as) selecionados(as) devem encaminhar, para o e-mail teoriacriticausp@gmail.com, o texto completo da apresentação até o dia 03 de Agosto de 2026. O texto deve ser enviado em formato PDF, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5 e ter no máximo 15 páginas (sendo a bibliografia e demais informações do documento contadas à parte). O tempo para a comunicação de cada participante será de cerca de 20 minutos. É importante estar atento(a) ao tempo de comunicação, podendo incluir elementos no texto que não serão detalhados na apresentação.

 

Em caso de dúvidas, favor enviar e-mail para teoriacriticausp@gmail.com

 

Calendário

 

Período de submissão de resumo

até 17 de Abril de 2026

Divulgação dos trabalhos aceitos

05 de Maio de 2026

Prazo para envio dos textos completos

03 de Agosto de 2026

Realização do evento

13, 14, 15 e 16 de Outubro de 2026

 

Cabe à Comissão Organizadora o julgamento de casos omissos neste Edital.

 

São Paulo,  05 de Março de 2026.

 

Comissão Organizadora

Prof. Dr. Luiz Sérgio Repa - Departamento de Filosofia da USP

Prof. Dr. Rúrion Soares Melo - Departamento de Ciência Política da USP

Ariane Barrocal Velasco - mestranda em Filosofia (PPGFIL/USP)

Bruna Nicodemos - doutoranda em Ciência Política (PPGCP/USP)

Davi Ribeiro de Camargo - mestrando em Ciência Política (PPGCP/USP)

Helena Sabino Rodrigues Cunha - doutoranda em Ciência Política (PPGCP/USP)

Karen Spisso - doutoranda em Filosofia (Humboldt-Universität/Berlin)

Leonardo Rodrigues Silvério - mestrando em Filosofia (PPGFIL/USP)

Talita Cristina de Oliveira - doutoranda em Ciência Política (PPGCP/USP)

Thomas Henry Silva Stanton - mestrando em Filosofia (PPGFIL/USP)

 

 

 

INSCRIÇÃO PARA OUVINTE

Formação/Profissão

- Este evento ocorrerá de forma presencial e é aberto à toda comunidade.

- Esta inscrição não se destina à reserva de vaga. A participação do interessado estará condicionada a capacidade de lotação da sala. Se não desejar certificado, não é necessário se inscrever, basta comparecer.

- Para ter direito ao certificado, o ouvinte deverá ter presença mínima de 70% durante o evento, somente a inscrição não garante certificado. O certificado será disponibilizado via e-mail do solicitante. 

- Em eventos com transmissão, certificado de ouvinte SOMENTE para a participação presencial.

- Anote o evento na agenda, nenhuma comunicação ou lembrete será enviado para o inscrito.

Coordenação
Luiz Sérgio Repa (DF/USP), Rúrion Soares Melo (DCP/USP)
Apoio
PPG-Fil, DCP, FFLCH-USP, CAPES-PROEX
Local
Auditório Casa de Cultura Japonesa
Endereço
Avenida Professor Lineu Prestes, 159, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo - SP.