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Departamento de Filosofia

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Eventos

Calendário de atividades Latesfip primeiro semestre de 2016

02/abril, às 10h:
A depressão neoliberal, a depressão no neoliberalismo
com Maria Rita Kehl
16/abril, às 10h:
Gênese da concepção neoliberal de sujeito.
coordenação: Vladimir Safatle
14/maio, às 10h:
A matriz psicológica da episteme neoliberal
coordenação: Nelson da Silva Jr.
18/junho, às 10h:
Clínica e diagnóstico na era neoliberal.
coordenação: Christian Dunker

Local: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP)
Sala 111

Cartaz do evento
Inscrições para o evento


Colóquio Cidades:

Dias 17, 18 e 19 de maio de 2016

LOCAL: centro maria antônia - rua maria antonia 294 - vila buarque - SP 
inscrições gratuitas no local ( 30 minutos antes)

ORGANIZAÇÃO
Grupo de Estética Contemporânea 

Maiores informações em "Leia mais..."


Newton Fund Conference on the Philosophies of Mind, Language & Action

Sao Paulo, 19–23 September 2016

Chamada para trabalhos e outras informações:
https://sites.google.com/site/mindlanguageaction/Home


O Departamento de Filosofia ministra cursos de graduação e pós-graduação, mestrado e doutorado. O bacharelado em filosofia visa a uma formação técnica e crítica do aluno, por meio do estudo aprofundado da História da Filosofia e dos temas que são os eixos da reflexão filosófica, tanto os legados pela tradição, quanto os vinculados às questões contemporâneas. Ao longo do bacharelado, o aluno pode optar por realizar também a licenciatura, cumprindo disciplinas específicas relativas ao ensino de filosofia.

O ingresso no curso se da através da Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST) que é o órgão responsável pela organização do vestibular.

O Programa de Pós-Graduação em Filosofia, que atualmente tem avaliação 7 da Capes (nota máxima), possui cursos de mestrado e de doutorado, com uma única área de concentração, Filosofia, organizada em 4 linhas de pesquisa: Estética e Filosofia da Arte; Ética, Filosofia Política e Teoria das Ciências Humanas; História da Filosofia; Lógica, Filosofia da Linguagem e Filosofia das Ciências 

João Paulo, amigo e orientador

Rolf Kuntz

A publicação de Teoria, Retórica, Ideologia, em junho de 1975, deu nova dimensão aos estudos de Hume no Brasil.  O próprio João Paulo Monteiro havia escrito um trabalho de mestrado sobre os ensaios políticos humianos, pouco antes, mas seu roteiro continuava incomum.  Voltadas principalmente para a teoria do conhecimento, as leituras mais frequentes, até esse momento, eram centradas na Investigação sobre o Entendimento Humano. Os mais interessados aventuravam-se pelo Tratado, mais amplo, mais complexo e mais ambicioso, mas, de toda forma, renegado pelo autor. Nenhum leitor razoavelmente informado ignorava a existência dos ensaios políticos e literários, mas a exploração desses textos era muito rara. Hume era, sobretudo, o maior nome do empirismo no Século das Luzes, lido pelos estudiosos de epistemologia e lembrado, obrigatoriamente, por sua influência sobre Kant.  Sem exagero? ­– Tudo bem, esta descrição é um tanto caricatural, mas nem por isso é mentirosa. Fato dificilmente contestável: até o doutorado de João Paulo, a teoria social de Hume nunca havia sido explorada, no Brasil, de forma tão ampla e tão rigorosa como parte do projeto exposto no começo do Tratado.  

Reler essa tese – num exemplar valorizado por uma dedicatória – equivale a experimentar de novo a descoberta da riqueza e, sobretudo, das articulações do pensamento social humiano. Para mostrar o conjunto e exibir as conexões entre as partes, João Paulo Monteiro explora tanto os ensaios quanto o Tratado sobre a Natureza Humana.  Ao iniciar a exposição da teoria do governo (ou, em suas palavras, teoria política “em sentido restrito”), ele apresenta, em breve recapitulação, o encadeamento dos temas: “Esta teoria do governos se articula fundamentalmente com a teoria da justiça, com a teoria moral e com a teoria do sujeito. Seus enunciados se apresentam como conseqüências de teses enunciadas nessas teorias, teses que aparecem, aqui, como suas razões”. 

João Paulo mostra o conjunto e os pontos principais de cada componente, mas sem explorar de forma exaustiva cada tema particular. Abre o caminho e deixa um campo imenso de trabalho para quem se dispuser a analisar cada um dos ensaios.  Psicologia social, sociologia, teoria (ou ciência) política,  história e teoria econômica são os nomes atualmente usados para rotular essas áreas de investigação.

Ele  pouco se ocupa dos escritos econômicos de Hume, originalmente incluídos nos Ensaios Morais, Políticos e Literários.  Indica, especialmente na exploração do Tratado, perspectivas para a leitura também desses textos. Reunidos sob o título de Escritos sobre Economia, esses trabalhos são publicados em 1983, numa coleção da Nova Cultural, com tradução de Sara Albieri e, naturalmente, revisão do próprio João Paulo. A introdução é assinada por mim,  único membro do grupo dedicado, pelo menos nessa época, à história do pensamento econômico.

 A turma inclui gente interessada em história, como Sara,  e em política e  epistemologia. Há lugar para muitos, até para um docente empenhado em produzir, como trabalho de doutorado, uma tese sobre o pensamento do líder dos fisiocratas, François Quesnay. A ideia é mostrar como se combinam, na obra de Quesnay, os elementos empíricos e a construção teórica. João Paulo aceita o papel de orientador. A elaboração da tese é um tanto acidentada, porque é preciso conciliar o trabalho de jornalista, intenso e com viagens frequentes, com a atividade acadêmica. Mas o orientador é paciente, atencioso e tão preciso quanto econômico nas críticas e sugestões. 

A convivência com João Paulo vai muito além do trabalho acadêmico.  A relação entre orientado e orientador é apenas um capítulo breve de uma história muito mais ampla – de  amizade com ele e com Maria Beatriz, e de muitos encontros e jantares com amigos, como Oswaldo e Ieda Porchat. Nenhum desses amigos era abstêmio e vários cooperaram na liquidação de algumas preciosidades, como uma esplêndida bagaceira centenária herdada do pai, o crítico Adolfo Casais Monteiro.

Os encontros ficaram bem menos frequentes, é claro,  depois da mudança de João Paulo e Maria Beatriz para Portugal, onde continuaram a rotina da vida acadêmica. Mas nunca perderam o contato com a USP. Até há pouco tempo João Paulo orientou teses de estudantes brasileiros,  participou de exames e convidou para suas bancas, como examinadores, os velhos companheiros e orientados.
 Durante anos, ele voltou ao Brasil, com regularidade, principalmente durante os meses de inverno brasileiro, para cuidar de suas orientações e participar de seminários e conferências. Continuou escrevendo e publicando artigos e livros em vários países. Os livros Hume e a Epistemologia eNovos Estudos Humeanos estão entre suas últimas publicações no Brasil.

Em 2011 o número 124 da revista Kriterion, da Universidade Federal de Minas Gerais, foi dedicado integralmente a Hume como celebração dos 300 anos de seu nascimento. Lívia Guimarães, professora da UFMG, amiga e colaboradora frequente da Faculdade de Filosofia da USP, encarregou-se da edição. O artigo de abertura, Sobre a Interpretação da Epistemologia de Hume, foi assinado por João Paulo Monteiro. Convidado por Lívia, escrevi para esse número um texto intitulado Hume: a Teoria Social como Sistema. Foi uma tentativa de expor, em pouco mais de 30 páginas, a unidade dos vários escritos humianos de teoria social, incluídos os seus belos ensaios econômicos e sua História da Inglaterra. Seria necessário um espaço muito maior para uma boa exploração do assunto, mas espero ter apresentado, de forma sumária, a mensagem essencial. Ainda posso acrescentar, muito brevemente, um esclarecimento: a inspiração desse trabalho está obviamente em Teoria, Retórica e Ideologia.
 



 


Departamento de Filosofia
Portaria nº 01/2016, de 20/04/2016

Dispõe sobre a eleição para escolha do Chefe e do Vice-Chefe do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

 
O Diretor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, com base no disposto no Estatuto e Regimento Geral da Universidade de São Paulo, baixa a seguinte

PORTARIA
DISPOSIÇOES GERAIS

Artigo 1º - A eleição para escolha do Chefe e do Vice-Chefe do Departamento de Filosofia será realizada mediante sistema de chapas, no dia 20 de maio de 2016, na Sala 1031 do Conjunto Didático de Filosofia e Ciências Sociais – Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 – Cidade Universitária – São Paulo.
Parágrafo único - No mesmo local indicado no caput deste artigo realizar-se-á o segundo turno, se houver necessidade.
Artigo 2º - A eleição terá início às 10h00 horas, encerrando-se a votação do primeiro turno às 10h45 horas, permitindo o voto a todos os que, no momento do encerramento, se encontrarem no recinto.
§ 1º - Será considerada eleita a chapa que obtiver maioria absoluta de votos no primeiro turno.
§ 2º - Caso nenhuma das chapas obtenha maioria absoluta no primeiro turno, proceder-se-á a um segundo turno entre as duas mais votadas, considerando-se eleita a que obtiver maioria simples.
§ 3º - Se houver necessidade do segundo turno, ele será iniciado 15 (quinze) minutos após a proclamação do resultado do primeiro turno, estabelecendo-se um prazo de 30 (trinta) minutos para a votação, permitindo o voto a todos os que, no momento do encerramento, se encontrarem no recinto.

DAS INSCRIÇÕES

Artigo 3º - Os candidatos a Chefe e Vice-Chefe deverão protocolar na Secretaria do Departamento, no prazo de 27 de abril a 06 de maio de 2016, das 10h00 às 19h00 horas pedido de inscrição das chapas, mediante requerimento assinado por ambos e dirigido ao Chefe do Departamento.
§ 1º - As chapas poderão ser compostas por Professores Titulares e Professores Associados, membros do Conselho do Departamento.
§ 2º - O Chefe do Departamento divulgará, às 19h15 horas do dia 06 de maio de 2016, no sítio do Departamento, a lista das chapas que tiverem seus pedidos de inscrição deferidos, assim como as razões de eventual indeferimento.
Artigo 4º - Encerrado o prazo referido no artigo 3º e não havendo pelo menos duas chapas inscritas, haverá um novo prazo para inscrição, de 09 a 18 de maio de 2016, nos moldes do estabelecido no caput daquele artigo, hipótese em que poderão ser apresentadas candidaturas compostas também de Professores Doutores, membros do Conselho do Departamento.
Parágrafo único - O Chefe do Departamento divulgará, às 19h15 horas do dia 18 de maio de 2016, no sítio do Departamento, a lista das chapas que tiverem seus pedidos de inscrição deferidos, assim como as razões de eventual indeferimento.
 
DO COLÉGIO ELEITORAL

Artigo 5º - São eleitores todos os membros do Conselho do Departamento.
§ 1º - O eleitor impedido de votar deverá comunicar o fato, por escrito, à Secretaria do Departamento até o dia 18 de maio de 2016.
§ 2º - O eleitor que dispuser de suplente será por ele substituído, se estiver legalmente afastado ou não puder comparecer por motivo justificado.
§ 3º - O eleitor que não dispuser de suplente e que estiver legalmente afastado de suas funções na Universidade ou não puder comparecer às eleições, por motivo justificado, não será considerado para o cálculo do quorum exigido pelo Estatuto.
§ 4º - O eleitor que não comparecer no primeiro turno e, em razão disso, tiver sido substituído pelo suplente, não poderá votar no turno subsequente, caso este seja realizado.
 
DA ELEIÇÃO

Artigo 6º - Haverá uma mesa receptora de votos, designada pelo Chefe do Departamento, presidida por um docente, que terá dois mesários para auxiliá-lo, escolhidos entre os membros do corpo docente ou administrativo.
Artigo 7º - A votação será pessoal e secreta, não sendo permitido o voto por procuração.
§ 1º - Antes de votar o eleitor deverá exibir prova hábil de identidade e assinar a lista de presença.
§ 2º - Cada eleitor poderá votar em apenas uma chapa.
Artigo 8º - A votação será realizada por meio de cédula oficial, devidamente rubricada pelo Presidente da mesa receptora de votos.
§ 1º - As cédulas conterão as chapas dos candidatos elegíveis a Chefe e a Vice-Chefe, em ordem alfabética do nome do candidato a Chefe.
§ 2º - No lado esquerdo de cada chapa haverá uma quadrícula, na qual o eleitor assinalará o seu voto.

DA APURAÇÃO

Artigo 9º - A apuração dos votos terá início imediatamente após o término da votação, pela própria mesa receptora de votos. Aberta a urna e contadas as cédulas, seu número deverá corresponder ao dos eleitores.
§ 1º - Serão consideradas nulas as cédulas que contiverem votos em mais de uma chapa ou qualquer sinal que permita identificar o eleitor.
§ 2º - Serão nulos os votos que não forem lançados na cédula oficial.
Artigo 10º - Os trabalhos de apuração, nos dois turnos, poderão ser acompanhados exclusivamente pelos membros do Conselho do Departamento.
Artigo 11º - Logo após a apuração final, o Presidente da mesa receptora de votos mandará lavrar em ata a hora de abertura e encerramento dos trabalhos, o resultado da eleição e os fatos mais relevantes ocorridos na eleição, a qual deverá ser assinada pelo Presidente e pelos mesários.
Artigo 12º - Caso haja empate entre chapas no segundo turno, serão adotados como critério de desempate, sucessivamente:
I - a mais alta categoria do candidato a Chefe;
ll - a mais alta categoria do candidato a Vice-Chefe;
lll - o maior tempo de serviço docente na USP do candidato a Chefe;
lV - o maior tempo de serviço docente na USP do candidato a Vice-Chefe.

DISPOSIÇÕES FINAIS

Artigo 13º - Finda a apuração, todo o material relativo à eleição será encaminhado à Secretaria do Departamento, que o conservará pelo prazo mínimo de 30 dias.
Artigo 14º - Os casos omissos nesta Portaria serão resolvidos pelo Diretor da Unidade.
Artigo 15º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua divulgação, revogadas as disposições em contrário.
 


Avisos

Quadro de Avisos de Graduação

Quadro de Avisos de Pós-Graduação: Reunião com os alunos da Pós-graduação

Quadro de Avisos de Iniciação Científica: Lista de classificação PIC e PET

Oportunidades: Bolsa de estudos em Mestrado/Doutorado para a Universidade de Adelaide (AU)
 



1º Semestre de 2016
 

Disciplinas de Graduação 1º semestre de 2016

Disciplina de Pós-graduação 1º semestre de 2016


LANÇAMENTOS


Livro: Interconnecting the sciences: a historical-philosophical approach
Autor: Walter R. Terra e Ricardo R. Terra
Editora: Lambert Academic Publishing
ISBN: 9783659822308
Ano: 2016


Livro: La Raison Pratique: Concepts et Héritages
Organização: Sophie Grapotte, Margit Ruffing e Ricardo Terra
Editora: VRIN
ISBN: 9782711626502
Ano: 2015


Livro: História da Inglaterra: Da invasão de Júlio César à Revolução de 1688
Autor: David Hume
Seleção e Tradução: Pedro Paulo Pimenta
Editora: Unesp
ISBN: 9788539305865
Ano: 2015

Publicados originalmente entre 1754 e 1762, os textos que compõem esta obra fazem parte dos seis volumes sobre a história inglesa redigidos por David Hume quando ele ainda não gozava da fama de filósofo pela qual o reconhecemos hoje. Fundamentado na noção [...] leia mais


 

Livro: Grand Hotel Abyss: desire, recognition and the restoration of the subject
Autor: Vladimir Safatle
Editora: Leuven University Press
Ano: 2016

 

 

Maiores informações:


 
Livro: TEMAS DE FILOSOFIA de BORNHEIM, Gerd
Organização: PAZ, Gaspar
Prefácio de Renato Janine Ribeiro
Editora: Edusp
Ano: 2015

Coleção Ensaios de Cultura
ISBN 10: 85-314-1564-0
ISBN 13: 978-85-314-1564-7
Formato: 16x23 cm
Nº de Páginas: 304 pp.
Peso: 474 g


Livro: Plenitudo Principii
Autor: Roberto Carlos Pignatari
Editora: Oikos
Ano: 2015

"[...]os diálogos agostinianos expõe os conhecimento ascensional em feitura e propósito distintos, na devida retenção, dentro da filosofia grega, daquila que se lhe afigura como necessário, mas no interior de sua decisiva superação desta, em seu propósito mais amplo: expor, a partir da articulação crer-inteligir, a excelência da sabedoria verdadeira que parte da presença plena e imediata do ser divino, para neste se perfazer e consumar em beatude eterna"


Coleção: Enciclopédia Diderot e d'Alembert
Organização: Paulo Pimenta e Maria das Graças de Souza
Editora: Unesp
Ano: 2015
Onde comprar: http://www.livrariaunesp.com.br/livrariaunesp/resultadopesquisa/t/19?pag=1&ordem=name&resultadopesquisa=t&departamento=&buscarpor=enciclopedia+diderot

Livro: Espinosa: Ética
Tradução: Grupo de Estudos Espinosanos
Organização: Marilena de Souza Chauí
Ano: 2015
Editora: Edusp

"Na Ética é afirmada a imanência da substância absolutamente infinita aos seus efeitos como a nervura que sustenta todas as coisas singulares e faz com que se comuniquem, articulando-se umas às outras. a substância se autoproduz na autoprudodução de seus infinitos atributos infinitos (ou infinitas ordens infinitas de realidade que agem em uníssono) e na produção imanente de todos os seus modos determinados, cada um deles exprimido de maneira certa e determinada a essência e a potência do atributo que o produziu".

Marilena Chaui


Livro: Princípios da Filosofia Cartesiana e Pensamentos Metafísicos

Organização: André Rocha, Éricka Itokazu e Homero Santiago

Tradução: Homero Santiago e Luís César Gumarães Oliva

Editora: Autêntica, 2015

Livro: O circuito dos afetos: Corpos políticos, desemparo e o fim do indivíduo
Autor: Vladimir Safatle
Editora: Cosac & Naify
Ano: 2015 - 1ª edição.
 
Sinopse: Qual o sentido da política no mundo contemporâneo? Este livro procura oferecer novos paradigmas políticos num momento em que tanto as utopias de esquerda quanto o próprio capitalismo encontram-se em descrédito. Para isso, o autor reconstitui um fio que parte de Aristóteles e sua teoria dos afetos, passa por Espinosa e chega até Giorgio Agamben, debatendo com Michel Foucault e expoentes atuais da Escola de Frankfurt.

 

Atualizado em 13/05/2016

 

Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 CEP: 05508-900 - Cidade Universitária São Paulo - SP / Brasil