Rolf Nelson Kuntz

Rolf Nelson Kuntz
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
Ética e Filosofia Política
E-mail
rolfkuntz@yahoo.com.br

Histórico Acadêmico

  • 2009 Livre-Docente em Filosofia pela Universidade de São Paulo. 
    Título do trabalho: O Poder como Direito e outros estudos de filosofia política
  • 1982 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Capitalismo e natureza: Ensaio sobre a filosofia econômica de Françoise Quesnay
    Orientação: Prof. Dr.  João Paulo Gomes Monteiro
  • 1971 Especialização em Administração de Empresas pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo, FGV/EAESP
  • 1970 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: A teoria Política de Rousseau 
    Orientação: Profª Dra. Maria Sylvia de Carvalho Franco 
  • 1966 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

A reforma do estado, a redefinição das funções públicas e a questão dos direitos 
Resumo: Examinar como as transformações em curso nos mercados e nas condiçòes de Administração Pública se refletem no Debate sobre as responsabilidades coletivas e nas concepções dos Direitos Sociais.

Orientações em andamento

Ricardo Ribeiro Terra

Ricardo Ribeiro Terra
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
Teoria das Ciências Humanas
E-mail
ricardor@usp.br

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ SR

Histórico Acadêmico

  • 2004 Professor titular de Teoria das Ciências Humanas
  • 1998 Livre-docência em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Passagens. Ensaios sobre a filosofia de Kant
  • 1988 Pós-doutorado pela Universidade de Frankfurt
  • 1981 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Política e História na filosofia kantiana
  • 1976 Diplôme d’Études Approfondies de Histoire de la Philosophie pela Université de Paris I Panthéon-Sorbonne, França
  • 1971 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Entre a política e a moral: o direito e a herança kantiana - direito natural e direito positivo na filosofia kantiana
Resumo: No âmbito do projeto temático da FAPESP no CEBRAP (2004- 2008) "Moral, Politica e Direito: Modelos de Teoria Critica", coordeno o  sub-projetos (1).O projeto busca mapear em sua diversidade os diferentes modelos críticos de teoria social em suas vertentes morais, jurídicas e  políticas para, com isso, divisar aplicações relevantes a problemas prementes da atualidade. Nesse sentido, este Projeto Temático, em uma caracterização geral, compõe-se dos seguintes momentos: (1) relação da tradição da Teoria Crítica com a tradição filosófica, em especial com sua fonte kantiana; (2) reconstrução dos diversos modelos de Teoria Crítica em sua relação com as dimensões da moral, do direito e da política; bem como (3) investigações aplicadas nos campos do direito, da política e da moral.

Renato Janine Ribeiro 

Renato Janine Ribeiro 
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
Ética e Filosofia Política
E-mail
rjanine@usp.br

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ SR

Histórico Acadêmico

  • 1993 Professor Titular da disciplina de Ética e Filosofia Política pela Universidade de São Paulo
  • 1991 Livre-docência pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Ensaios antigos
  • 1993 Pós-Doutorado pela British Library, Grã-Bretanha
  • 1984 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientador: Luiz Roberto Salinas Fortes
    Título: Ao leitor sem medo - Hobbes escrevendo contra o seu tempo
  • 1973 Mestrado em Filosofia pela Universite de Paris I (Pantheon-Sorbonne), França
    Orientador: Pierre Burgelin
    Título: La notion de souverain chez Thomas Hobbes
  • 1971 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Linha de pesquisa

Ética e Filosofia Política

Pesquisa em desenvolvimento

Os clássicos da filosofia política permitem entender a ação política atual?
Descrição: Partindo de Maquiavel, continuando por Hobbes e Locke e chegando a Rousseau, indago de que modo os clássicos da filosofia política contribuem para a compreensão da ação política. Não se trata de ver como constituem os grandes conceitos, ou ajudam a pensar as instituições - mas sim de ver como a ação política, ela própria, pode ser entendida por eles. Maquiavel é exemplar neste sentido, ao colocar a virtù como o grande fator que permite pensar a ação, em contraponto à limitação que a fortuna impõe. No caso de Hobbes, porém, seu grande conceito de soberania não permite facilmente a sintonia fina da ação política - da mesma forma que o livro de Marx mais próximo desta última, o Dezoito Brumário, tampouco ajuda a entender em que se opõem Orleans, Bourbons e republicanos moderados. A investigação trilha assim caminhos difícies. Uma hipótese razoável é que Rousseau, que contribui como Hobbes e Marx para uma compreensão macro com o Estado desenhado no Contrato Social, ajuda ao entendimento do micro - da ação política - com os conceitos de amor próprio e de vaidade, dois temas, porém, cujo estudo recuou extraoridnariamente nos últimos dois séculos. Em suma, trata-se de ver se o recorte entre a filosofia política ,com os grandes conceitos, e a ciência política, com a imediatez da ação política, procede, ou se a filosofia pode avançar mais na compreensão da ação política.. 

Integrantes: Renato Janine Ribeiro - Coordenador.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Utopia e realismo na leitura da política e da condição humana


Descrição: Analisar duas perspectivas antagônicas na compreensão da política e do humano: primeira, a utópica (Morus, Rousseau, Marx, Wilhelm Reich), que vê todos os males da humanidade como (1) produzidos (2) por uma única causa (geralmente, a propriedade privada) e, portanto, (3) passíveis de serem superados completamente pela mudança nesta causa; segunda, a "realista" (Maquiavel, Hobbes, Nietzsche, Freud), que considera que a condição humana sempre terá inconvenientes e que, tendo-se consciência destes e da impossibilidade da utopia, pelo menos será possível administrá-los e reduzir os danos, sem cair na distopia que seria o indesejável mas inevitável resultado das utopias.. 

Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (2).
Integrantes: Renato Janine Ribeiro - Coordenador.

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
BRUNA NEVES BARBOSA Mestrado
JOSÉ AUGUSTO CEREIJIDO ALTRAN A Desobediência Thoreauviana - uma disposição u-tópica por democracia social Doutorado
Victor Frohlich Cortez DA TRADIÇÃO DO UM AOS DILEMAS DA PLURALIDADE: HANNAH ARENDT EM INTERFACE COM O PENSAMENTO POLÍTICO CONTEMPORÂNEO Doutorado
MBAIDIGUIM DJIKOLDIGAM Hobbes, ou a religião nos limites da filosofia política Doutorado

​​​​​​

Paulo Eduardo Arantes

Paulo Eduardo Arantes
Afiliação acadêmica
Professor Senior
E-mail
p.e.arantes@uol.com.br

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ 1A

Histórico Acadêmico

  • 1973 Doctorat de Troisième Cycle pela Université de Paris X, Nanterre, França
    Título: Hegel: l'Ordre du Temps
    Orientador: Jean Toussaint Desanti
  • 1967 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Olgária Chain Feres Matos 

Olgária Chain Feres Matos 
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
Teoria das Ciências Humanas
E-mail
olgaria@uol.com.br

Histórico Acadêmico

  • 1993 Pós-Doutorado pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, França
  • 1991 Livre-docência pela Universidade de São Paulo
    Título: Benjamin: Crítica da Razão Insuficiente
  • 1986 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título: Os arcanos do inteiramente outro: A Escola de Frankfurt, Melancolia, A Revolução
    Orientador: Marilena de Souza Chauí
  • 1974 Mestrado em Filosofia pela Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), França
    Título: Rousseau um arqueologia da desigualdade
    Orientador: Pierre Burgelin
  • 1972 Especialização em Licenciatura em Filosofia pela Universidade de São Paulo
  • 1970 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo
Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
Júlia Madureira Abs O Corpo Pós-midiático: constelações benjaminianas Pós-doutorado
Vinícius Canhoto Gomes Machado Walter Benjamin e a cidade-livro: Paris e a literatura Pós-doutorado
Gabriel Morais Medeiros espectros da civilização do lazer -- fantasmagorias dos anos noventa Pós-doutorado
DIEGO ROBERTO NEVES TAVARES A ESTETIZAÇÃO DA BUROCRACIA EM THE PALE KING, DE DAVID FOSTER WALLACE Doutorado
MICHEL AMARY NETO A origem do conceito de alteridade em Walter Benjamin Doutorado
MICHEL AMARY NETO A ORIGEM DO CONCEITO DE ALTERIDADE EM WALTER BENJAMIN Doutorado
Julia Bunemer Nojiri O ABSOLUTAMENTE TRIVIAL: O ESPÍRITO DAS ROUPAS ENTRE HEGEL E ADORNO Doutorado

Milton Meira do Nascimento

Milton Meira do Nascimento
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
Ética e Filosofia Política
E-mail
milton@usp.br

Histórico Acadêmico

  • 2006 Professor Titular da disciplina de Ética e Filosofia Política pela Universidade de São Paulo
  • 2000 Livre-docência em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Figuras do corpo político - O último dos artefatos morais
  • 1987 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. Luiz Fernando Batista Franklin de Matos 
    Título do trabalho: Opinião pública, verdade e revolução: aspectos do discurso político na França revolucionária
  • 1978 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. João Paulo Gomes Monteiro
    Título do trabalho: O contrato social ou as ilusões do jogo do poder
  • 1980 Especialização em Diplôme D'études Appronfudues em Filosofia pela Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), Sorbonne, França.
  • 1971 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Paradoxos da opinião pública na política contemporânea
Descrição: Este projeto tem por objetivo a indagação do papel da opinião pública no embate político que se trava no sentido de encontrar uma saída para os impasses da democracia representativa. Consequentemente, trata-se de analisar as tentativas de criação de espaços públicos de embate, de discussão, no qual a explicitação das diferenças faz sentido quando se tem em vista a construção do bem comum. 

Integrantes: Milton Meira do Nascimento - Coordenador.

 

O jusnaturalismo de Pufendorf
Descrição: Este projeto tem como escopo a análise e problematização da especificidade do jusnaturalismo de Pufendorf, em sua relação de oposição a Grotius e a Hobbes.. 

Integrantes: Milton Meira do Nascimento - Coordenador

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
NDEILENGAR JEAN TOG HADOUMADJI DEMOCRACIA EM ROUSSEAU: UMA TIRANIA DA MAIORIA? Mestrado
Emerson Oliveira do Nascimento GENEALOGIA DA RAÇA: O NASCIMENTO DA DIFERENÇA SOB O REGIME DA RAZÃO OCIDENTAL Doutorado
Ricardo Jose de Almeida OPRIMIDO, OPRESSOR E O PARADOXO DO INIMIGO-CÚMPLICE EM MAQUIAVEL Doutorado

​​​​​​

Maurício Cardoso Keinert

Maurício Cardoso Keinert
Afiliação acadêmica
Professor Doutor
Especialização
História da Filosofia Moderna II
E-mail
mkeinert@usp.br

Formação Acadêmica

  • Membro do Projeto Temático da FAPESP: Moral, política e direito: autonomia e teoria crítica.
  • Membro do Grupo de Filosofia da Alemanha e do conselho editorial da Revista de Filosofia da Alemanha, ambos da USP.
  • É um dos editores do Selo Editorial “Esfera Pública”. É sócio fundador da Seção Regional “Gérard Lebrun” da Sociedade Brasileira de Kant.
  • 2007 Doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Supervisor: Prof. Ricardo Ribeiro Terra
    Título: Crítica e Autonomia em Kant: a Forma Legislativa entre Determinação e Reflexão
  • 2002 Mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Supervisor: Prof. Ricardo Ribeiro Terra
    Título: Da ideia ao julgamento: o problema do propósito na relação entre razão e natureza em Kant
  • 1998 Bacharelado em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa atual

Moralidade, política e direito: autonomia e teoria crítica [Projeto Temático FAPESP/CEBRAP]
Este projeto pretende ser não apenas uma investigação sobre a tradição da Teoria Crítica e seus problemas, mas também uma investigação a partir dos desenvolvimentos desta vertente intelectual. O fio condutor escolhido é o conceito de autonomia, noção cujo exame crítico nos permite não só articular os diferentes domínios da Moralidade, da Política e do Direito na atualidade, mas também operar com diferentes propostas críticas nas investigações aplicadas. O projeto em uma caracterização geral consiste nos seguintes momentos: (1) posicionamento do conceito de autonomia na tradição filosófica e na teoria social; (2) posicionamento da noção de autonomia nas diferentes concepções da teoria social e nos diferentes modelos da Teoria Crítica da atualidade; (3) investigações aplicadas nos campos do Direito, Política e Moral, a partir de um escrutínio crítico da noção de autonomia.

Marilena de Souza Chaui

Marilena de Souza Chaui
Afiliação acadêmica
Professor Emérito
Especialização
História da Filosofia Contemporânea

Histórico Acadêmico

  • 1987 Pós-doutorado pela BNP - Bibliotèque Nationale de Paris
  • 1986 Professor Titular pela Universidade de São Paulo na disciplina de História da Filosofia Moderna
  • 1977 Livre-docência em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: A nervura do real: Espinosa e a questão da liberdade
  • 1971 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Profa Dra Gilda Rocha de Mello e Souza 
    Título do trabalho: Introdução à leitura de Espinosa
  • 1967 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. Bento Prado de Almeida Ferraz Júnior 
    Título do trabalho: Merleau-Ponty e a crítica do humanismo
  • 1965 Licenciatura pela Universidade de São Paulo
  • 1965 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Liberdade e necessidade na ética de Espinosa 
Resumo: Exame da tradição interpretativa da obra de Espinosa em vista de refutar a tese corrente segundo a qual sendo a filosofia de Espinosa uma filosofia da necessidade absoluta que recusa vontade livre para Deus e para o homem é incompatível com uma ética da liberdade.

 

A elaboração espinosana de uma ciência dos afetos (ruptura com a tradição da contingência e afirmação da necessidade)
Resumo: Pretendemos desenvolver nossa pesquisa examinando os conceitos e os procedimentos empregados por Espinosa para romper com a tradição greco-latina da contingência do pathos e da conseqüente impossibilidade de uma ciência das paixões e das ações humanas. Essa ruptura implicará ainda numa subversão teórica sem precedentes, pois afastar a contingência na vida afetiva significa também afastar pressupostos cristãos e modernos, a saber, as imagens da vontade como livre-arbítrio e da razão como poder de governo absoluto das paixões. Nossa pesquisa estará voltada prioritariamente para o exame das Partes II, III e IV da Ética.

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
THIAGO MARTINS DOS SANTOS SILVA A VERDADE NA PROSA DO MUNDO Doutorado
MARIANA RIBEIRO DOS SANTOS KUROWSKI O plano de imanência em Gilles Deleuze: entre o historiador da filosofia e o filósofo Mestrado
DANI BARKI MINKOVICIUS Os ritmos da imanência: duração e eternidade em Bergson e Espinosa Doutorado

Maria Lúcia Mello e Oliveira Cacciola

Maria Lúcia Mello e Oliveira Cacciola
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
História da Filosofia Contemporânea
E-mail
mcacciola@uol.com.br

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ 1C

Histórico Acadêmico

  • 2011 Pós-Doutorado. 
    Universidade de Salento, USL, Itália. 
  • 1990 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. Rubens Rodrigues Torres Filho 
    Título do trabalho: Schopenhauer e a questão do Dogmatismo
  • 1982 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. Rubens Rodrigues Torres Filho 
    Título do trabalho: A Crítica da Razão no pensamento de Schopenhauer
  • 1975 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo
  • 1966 Graduação Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Pesquisa emdesenvolvimento

A questão do dogmatismo no Idealismo Alemão
Resumo: A pesquisa se refere ao período chamado de idealismo alemão, principalmente nos seus antecessores contemporâneos de Kant, como Reinhold, Schulze e Jacobi. Por meio do estudo dos seus pensamentos, procura-se traçar a gênese do "idealismo" e da de sua evolução. Marca-se assim, levando em conta as diferentes fontes, todas de algum modo relacionadas ao pensamento de Kant, as divergências entre os pensadores, comumente reunidos sob a mesma rubrica de idealistas. Além disso, pretende-se traçar os rumos internos de cada um dos idealistas mais conhecidos como Fichte, Schelling, Hegel e Schopenhauer, mostrando as tendências tardias de suas filosofias, que chegariam mesmo a abandonar as posições de um "idealismo" mais ortodoxo, em direção a posições mais "materialistas".

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
GABRIELA CORBISIER TESSITORE Cultura de Massa e Subjetividade em Walter Benjamin e Theodor Adorno Doutorado
ANDRÉ MÁRIO GONÇALVES OLIVEIRA ÉTICA E ANTINATALISMO: A CRÍTICA DE JULIUS BAHNSEN A SCHOPENHAUER Doutorado

​​​​​​

Maria das Graças de Souza

Maria das Graças de Souza
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
Ética e Filosofia Política
E-mail
mgsouza@usp.br

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ 2

Histórico Acadêmico

  • 2005 Professora Titular da disiplina de Ética e Filosofia Política pela Universidade de São Paulo
  • 1999 Livre-docência em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Ilustração e história
  • 1990 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. Luiz Roberto Salinas Fortes / Profa. Dra. Marilena de Souza Chaui 
    Título do trabalho: Natureza e ilustração: sobre o materialismo de Diderot
  • 1983 Mestrado em Filosofia pela Universidade  de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. João Paulo Gomes Monteiro
    Título do trabalho: Voltaire e o materialismo do século XVIII
  • 1981 Especialização em Diplôme D'études Approfondes Filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, EHESS, França
  • 1971 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Matéria e história nas luzes francesas
Resumo: Trata-se da relação entre história e política no pensamento moderno, mais especificamente nas luzes francesas, e particularmente na obra dos chamados materialistas da ilustração. A questão central pode ser colocada nos seguintes termos: se considerarmos que o materialismo se apresenta como uma redução do mundo propriamente humano ao campo da matéria, ou seja, ao campo da determinação natural, trata-se de saber como é possível, neste quadro de pensamento, conceber a história, se a entendermos como o domínio próprio da vontade e da ação humana, lugar próprio da indeterminação, da criação, enfim, da liberdade. Nossa hipótese de trabalho é a de que, se o materialismo das luzes se constrói a partir da idéia de natureza, é a partir da noção de natureza que ele pode realizar a crítica da história.

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
Christiane Cardoso Ferreira As paixões associadas à virtù e ao Vivere civile em Maquiavel Pós-doutorado
GIOVANA DE OLIVEIRA PENHA ALVES A DESUMANIZAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE CONTROLE: O ANTISSEMITISMO E O RACISMO Doutorado
Luiz Amaro de Araujo Fortes AS PELES DE PAPEL: UMA LEITURA COMPARADA DA TENSÃO ENTRE FALA E ESCRITA NA OBRA DE JEAN-JACQUES ROUSSEAU E DAVI KOPENAWA YANOMAMI Mestrado
Felipe Kouznetz de Souza e Silva Fernandes HARMONIA E MELODIA EM CONDILLAC, ENTRE RAMEAU E ROUSSEAU Mestrado
WILLIAM ROMUALDO Materialismo e moral: a ciência dos costumes em Barão de Holbach. Doutorado
Ana Carla Rodrigues Ribeiro O COMUM E O SÍMBOLO: A ORIGEM DA LINGUAGEM EM GIAMBATTISTA VICO Doutorado
FERNANDA ELIAS ZACCARELLI SALGUEIRO O povo em Maquiavel Doutorado
João Pedro Blanco Milani POLÍTICA DA ESCRITURA: ROUSSEAU E A ESCRITA DE SI Mestrado
Letícia Guimarães Alambert UM DEVIR CONTINGENCIAL: PARA REPENSAR AS RELAÇÕES ENTRE VIVENTES Mestrado