Marco Aurélio Werle

Marco Aurélio Werle
Afiliação acadêmica
Professor Titular
E-mail
mawerle@usp.br

Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ 1D

Histórico Acadêmico

  • 2009 Livre-docência em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título da tese: A estética de Hegel: sua época e herança
  • 2000 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: A forma da representação poética: filosofia e poesia em Hegel
    Orientação: Prof. Dr. Victor Knoll
  • 1996 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: A noção de poesia em Hölderlin, segundo Heidegger
    Orientação: Prof. Dr. Victor Knoll
  • 1992 Graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina

Pesquisa em desenvolvimento

Entre filosofia e literatura: a estética de Hegel na época de Goethe
Resumo: Trata-se de desenvolver alguns tópicos situados no âmbito da fundamentação da estética como disciplina filosófica, cujo pano de fundo ou ponto de fuga é a proposta sistemática da estética de Hegel, na relação com o pré-romantismo (Herder), o classicismo de Weimar (Goethe e Schiller) e o romantismo literário alemão (Hoffmann). Com isso, dou continuidade às investigações em torno da estética de Hegel e sua época, assunto que me vem ocupando nos últimos 15 anos e que alcançou alguns desdobramentos, em termos de publicações: na direção do classicismo de Weimar (tradução dos Escritos sobre arte de Goethe, 2005) e do romantismo (tradução da Doutrina da arte de August Schlegel, 2014). Atualmente encontro-me ocupado com o pré-romantismo, em particular com o pensamento estético do jovem Herder. Minha abordagem de Herder é uma decorrência direta do ?retorno? que venho fazendo de Hegel (Cursos de estética) a August Schlegel (Doutrina da arte) e agora chegando a Herder. O fio condutor desse retorno aos fundamentos do surgimento da estética moderna, da qual Hegel é tributário, passa pela articulação entre as categorias da teoria da arte, da crítica de arte e da história da arte. Quem colocou explicitamente o problema foi August Schlegel, mas quem pela primeira vez mobilizou essas noções foi Herder, no debate com Baumgarten (teoria), Lessing (crítica) e Winckelmann (história da arte). Esse é precisamente o assunto das chamadas Florestas críticas. Nos Cursos de estética de Hegel, apenas a título de informação, a teoria da arte, a história da arte e a crítica de arte encontram-se na base da tríade concernente ao belo ou ao ideal (teoria); às formas de arte simbólica, clássica e romântica (história da arte) e ao sistema das artes particulares: arquitetura, escultura, pintura, música e poesia (assunto da crítica de arte).. 
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. 
Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (9) / Doutorado: (3) . 
Integrantes: Marco Aurélio Werle - Coordenador.
Financiador(es): Universidade de São Paulo - Outra.

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
Ana Paula Aparecida Caixeta ENTRE ANTINOMIAS: KANT E HEGEL COMO FUNDAMENTOS DE UMA ESTÉTICA EPISTEMOLÓGICA Pós-doutorado
RAQUEL DE FRAGA LOPES A interpretação hermenêutica de poesia em Gadamer Mestrado
Larissa de Moraes Góis A PRESENÇA DE SHAKESPEARE NA ESTÉTICA HEGELIANA Mestrado
RODRIGO PEREIRA MOREIRA DA CRUZ A teoria da arte de Goethe e Schiller, segundo Lukács Mestrado
ERICK GALLANI A TRAGÉDIA ANTIGA E MODERNA EM “IFIGÊNIA EM TÁURIDE” DE J. W. GOETHE Mestrado
RENATO COSTA LEANDRO CASSIRER E GOETHE: ENTRE ARTE E NATUREZA Doutorado
JOÃO AUGUSTO ARAÚJO FERREIRA ESTÉTICA E NATUREZA NA FARBENLEHRE DE GOETHE Mestrado
ICARO GONÇALEZ FERREIRA Goethe como o último dos homéridas: Hermann und Dorothea e a filosofia da arte do Idealismo Doutorado
PEDRO HENRIQUE MARQUES SILVA MAUAD HEGEL EM PARIS: arte e política na aurora da modernidade artística Doutorado
VANER MUNIZ FERREIRA HEIDEGGER E A ARTE DO SEU TEMPO Doutorado
ICARO GONÇALEZ FERREIRA O IDEAL GREGO DE BELEZA NO PENSAMENTO ALEMÃO DOS SÉCULOS XVIII E XIX Doutorado
GUSTAVO DE AZEVEDO TORRECILHA Reflexão e crítica de arte: Hegel e a estética da modernidade Doutorado

Marco Antonio de Avila Zingano

Marco Antonio de Avila Zingano
Afiliação acadêmica
Professor Titular
Especialização
História da Filosofia Antiga
E-mail
mzingano@usp.br

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ 1A

Histórico Acadêmico

  • 2018 Professor Titular pela Universidade de São Paulo 
  • 2005 Livre-docência pela Universidade de São Paulo
    Título: Estudos de Ética Antiga
  • 2003 Pós-doutorado pela University of Oxford
  • 1999 Pós-doutorado pela Ecole Normale Supérieure Rue D'ulm Paris
  • 1993 Doutorado em Filosofia pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales 
    Orientação: Prof. Dr. Cornelius Castoriadis
    Título do trabalho: Vertu et Délibération. Une étude de la notion de prohairesis chez Aristotle
  • 1987 Mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul 
    Orientação: Prof. Dr. Denis Lerrer Rosenfield 
    Título do trabalho: Razão e História em Kant
  • 1983 Graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Pesquisa em desenvolvimento

A Filosofia de Aristóteles
Resumo: O presente projeto de pesquisa visa ao estudo sistemático da filosofia de Aristóteles, buscando pôr em evidência as relações conceituais vigentes entre suas diferentes disciplinas. Tal tarefa requer ir ao núcleo das decisões metafísicas de Aristóteles, em particular sobre a posição da razão em seu sistema e sobre os seus diferentes usos (prático, teórico e produtivo). Neste sentido, destacam-se, no domínio teórico, as doutrinas aristotélicas do ser, da predicação, da verdade e da alma; no domínio prático (moral e política), destacam-se a sua teoria da ação, da deliberação e da escolha. Igualmente, a influência e a apropriação da filosofia aristotélica será estudada com vistas a uma melhor compreensão dela própria e de sua história intelectual. O projeto conta com sete professores, todos diretamente envolvidos com temas da filosofia aristotélica em meio universitário. É comum a todos os pesquisadores a atitude de buscar a clareza conceitual e de privilegiar o fundamento metafísico da filosofia aristotélica e, por conseguinte, de nele embasar suas abordagens dos textos de Aristóteles.

Leon Kossovitch

Leon Kossovitch
Afiliação acadêmica
Professor Emérito

Histórico Acadêmico

  • 1982 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título: Condilac Lúcido e Translúcido
    Orientador: Marilena de Souza Chaui
  • 1970 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
    Título: Força e Retorno em Nietzsche
    Orientador: Marilena de Souza Chauí
  • 1969 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo
  • 1965 Graduação em Engenharia pela Escola de Engenharia do Triângulo Mineiro

Pesquisa em desenvolvimento:

Os discursos e as doutrinas no campo historiográfico das artes
Resumo: 1) Os limites cronológicos dos discursos de doutrina: entre Górgias e o século XIX, quando o idealismo e o romantismo enterram o campo preceptivo em benefício da subjetividade autônoma; 2) Não há intervalo, dito 'medieval', em que as doutrinas desfaleçam: Monge Teófilo no século XII ocidental e Monge Dionísio de Furno no campo tratadístico grego, como atualizadores exemplares dos discursos greco-romanos, dos enciclopédicos, como de Plínio o Velho, aos hagiográficos, que, tendo por referência a obra de São Jerônimo, inclui-se em âmbito discursivo da história, como se lê em Suetônio, Plutarco, etc; 3) A exterioridade oriental: a ausência de discursos no Oriente Médio, seja antes da conquista de Alexandre, seja depois, principalmente nos tempos do poder dos Partas e dos Sassânidas, cuja arte informa, enquanto designação, a arte cristã uterior, ainda presente na área oriental, da Rússia à Síria, e dominante até 1200 na Europa Ocidental; 4) Leituras de escritos que tratam das artes é exigência que reformula a ignorância da historiografia moderna dos gêneros, o que arruína a compreensão das artes. Tal ruína se atribui à subjetivação discursiva saída do idealismo alemão e dos romantismos diversos, com confirmação ulterior pelo positivismo. O que se joga nos discursos antigos nos gêneros: do humilde, que ensina artes ao epidítico com suas ecfrases do panegírico; a gama dos discursos de artes e sua diversidade interpretativa.

Orientações em andamento

Lorenzo Mammì

Lorenzo Mammì
Afiliação acadêmica
Professor Titular
Especialização
História da Filosofia Patrística e Medieval
E-mail
mammi@uol.com.br

Histórico Acadêmico

  • 2009 Livre-docência em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Santo Agostinho e as Artes Liberais
  • 1998 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. Franklin Leopoldo e Silva
    Título do trabalho: Santo Agostinho, O Tempo e a Música
  • 1990 Graduação em Música pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Som e Imagem: Formas simbólicas e limites da linguagem na Literatura Patrística ocidental
Resumo: A cristianização do Ocidente levou a uma rejeição das práticas musicais e representativas tradicionais, comprometidas com o paganismo. A condenação dos espetáculos teatrais, por um lado, e o receio da idolatria, por outro, foram obstáculos importantes à transmissão das práticas artísticas antigas. No entanto, justamente nessa época (entre os séculos IV e VIII da era cristã) foram criadas as bases de um novo tipo de arte e de música, cujas características são fundamentais para entender o desenvolvimento ulterior da cultura européia. As pesquisas conduzidas até o presente momento sobre as teorias musicais e o pensamento estético na literatura patrística me parecem mostrar alguns limites, que têm dificultado a compreensão de aspectos essenciais dessa transição. Por um lado, especialmente nos estudos musicais, prestou-se uma atenção quase exclusiva aos tratados técnicos, que em geral se preocupam em transmitir a tradição científica grega de maneira o mais possível fiel (com equívocos, é verdade, que não são de todo casuais e irrelevantes), enquanto os textos que tratam do uso pastoral e do significado místico dos cantos não são estudados sistematicamente, comparecendo apenas por algumas citações de praxe. Na minha tese de doutorado, tentei mostrar, em primeiro lugar, a relação entre novo valor dado à música e surgimento de uma idéia de consciência na obra de Agostinho de Hipona; em segundo lugar, como essa relação sustenta não apenas muitos aspectos do pensamento agostiniano (a relação entre música e linguagem, música e consciência e, por essa via, a relação entre música e tempo), mas também a estrutura profunda do canto cristão posterior, tão distante da tradição grego-romana. A uma idéia de música como forma proporcional objetiva, presente nas relações entre medidas sonoras, típica da cultura antiga, corresponde, em época cristã, um modelo de canto como expressão de um movimento interior, que se expressa não nos, mas mediante os sons.

Orientações em andamento

José Raymundo Novaes Chiappin

José Raymundo Novaes Chiappin
Afiliação acadêmica
Professor Colaborador da Pós-graduação
Especialização
Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência
E-mail
chiappin@usp.br

Histórico Acadêmico

  • 2016 - Doutorado em andamento em Direito Comercial. 
    Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, FD, Brasil. 
    Título: Regulação e Desenvolvimento, 
  • 2006 - Livre-docência. 
    Faculdade de Economia e Administração - Universidade de São Paulo, FEA - USP, Brasil. 
    Título: Programa de Pesquisa sobre a relação entre Economia e Política: contratualismo versus utilitarismo
  • 2005 - Doutorado em Física. 
    Instituto de Física - USP, IF - USP, Brasil. 
    Título: Modelos estocásticos aplicados à transição de fase
  • 1997 - Doutorado em Economia. 
    Faculdade de Economia e Administração - Universidade de São Paulo, FEA - USP, Brasil. 
    Título: Racionalidade, Jogos Dinâmicos, Métodos Estocásticos Markovianos e Comportamento Coletivo, Ano de
  • 1989 - Doutorado em Filosofia. 
    University of Pitsburgh, U.S.A., Estados Unidos. 
    Título: Duhem's Theory of Science: An Interplay Between History and Philosophy of Science,
  • 1985 - Mestrado em Filosofia. 
    University of Pittsburgh, PITT, Estados Unidos. 
    Título: sem dissertação,Ano de Obtenção: 1989.
  • 1979 - Mestrado em Física. 
    Instituto de Física - USP, IF - USP, Brasil. 
    Título: Transições de fase no modelo de Ising com campo transverso -
  • 2011 - Graduação em Direito. 
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. 
    Título: Os Fundamentos Econômicos e a Engenharia Jurídica do Regime de Meta de Inflação. 
    Orientador: Carlos Ari Sundfeld.
  • 1979 - Graduação em Filosofia. 
    Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas-Universidade de São Paulo, FFLCH - USP, Brasil.
  • 1976 - Graduação em Física. 
    Instituto de Física - Universidade de São Paulo, IF - USP, Brasil.

Pesquisas em desenvolvimento

Teorias econômicas e jurídicas do desenvolvimento econômico e social

Descrição: O objetivo inicial é a reconstrução racional do programa de pesquisa sobre as teorias do desenvolvimento econômico: Schumpeter, Rosenstein-Rodan, Nurkse, Rostow, Kuznets, Lewis, Gunnar Myrdal, Hirschman, Harrod Domar, Solow, Ramsey, Furtado, Modelos de Cass-Ramsey e Modelos endógenos. Além disso, o objetivo é o de estudar a relação entre o direito e o desenvolvimento econômico. Como elaborar e construir mecanismos institucionais capazes de proporcionar os estímulos e incentivos ao desenvolvimento econômico.. 

Integrantes: José Raymundo Novaes Chiappin - Coordenador / Ana Carolina Corrêa da Costa Leister - Integrante.

Número de produções C, T & A: 5

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
DANILO MIRANDA RODRIGUES As origens da cosmologia científica: as heurísticas de Einstein e de Friedmann Doutorado

José Carlos Estêvão

José Carlos Estêvão
Afiliação acadêmica
Professor Senior
Especialização
História da Filosofia Patrística e Medieval
E-mail
jcestev@usp.br

Histórico Acadêmico

  • 2009 Livre-docência em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Pedro Abelardo: Ética ou Conhece-te a ti mesmo
  • 2002 Pós-doutorado pela École Normale Supérieure, rue d'Ulm. Paris, França
  • 1996 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
  • Título do trabalho: Sobre a liberdade em Guilherme de Ockham
  • 1990 Mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
  • Título do trabalho: A ética de Abelardo e o indivíduo
  • 1975 Bacharelado em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Sobre a presença medieval de Agostinho
Descrição: A recepção medieval de Aristóteles sofre forte influência da leitura da obra de Agostinho. Ao mesmos tempo, modifica-se a maneira de compreendê-lo. Parece desenhar-se um "Agostinho medieval". Ou seja, um certo modo de manter presente a problemática e, muitas vezes, a letra de Agostinho, ainda que - por razões a serem discutidas - não seja comum comentá-lo textualmente. É provável que não se entenda Anselmo de Cantuária sem referência direta a Agostinho. A relação se torna mais elíptica, embora expressa, em Pedro Abelardo (como na "Teologia do sumo bem" e na "Ética"). É notoriamente reivindicada por autores como Henrique de Gand, João Duns Escoto e Guilherme de Ockham. Há também, ainda no século XIII, comentadores de Agostinho, como o dominicano Nicolau Trevet. Trata-se de buscar esboçar as diferentes figuras desta apropriação e indicar a intensidade do impacto conceitual decorrente. O trabalho compreendeu um estágio de pesquisa (FAPESP, 2017/21858-4) ligado ao seminário dirigido por Christophe Grellard (L'ignorance invincible et le problème de l'hétérodoxie. De Jean Gerson à Jean Nider) na École pratique des hautes études, Paris. 
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. 
Integrantes: José Carlos Estêvão - Coordenador / Gustavo Barreto Vilhena de Paiva - Integrante.
Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

 

A recepção medieval de Aristóteles
Resumo: A recepção de medieval de Aristóteles é o elemento determinante da Filosofia Medieval. Uma de suas vertentes mais profícuas, a tradição nominalista, cujos desdobramentos nos indicam a direção da Modernidade, leva o aristotelismo a seus limites: sem abandonar o terreno aristotélico, trabalha já nos limites extremo da filosofia peripatética. Interessa-nos, em particular, justamente os pontos de tensão e (quase)-ruptura.

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
Fernando Del Pozzo Graciano de Souza A ARQUITETURA METAFÍSICA DO ENTE EM JOÃO DUNS ESCOTO: DA NATURA COMMUNIS À CONSTITUIÇÃO DO SINGULAR Doutorado
ANDRÉ BOTELHO SCHOLZ Prudência segundo João de Salisbury Doutorado

José Arthur Giannotti

José Arthur Giannotti
(1930-2021)
Afiliação acadêmica
Professor Emérito
E-mail
giannotti@cebrap.org.br

Outorga de Professor Emérito - 25.06.1998

Histórico Acadêmico

  • 1960 Livre-docência pela Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 
    Título: Alienação do trabalho objetivo.
  • 1957 Pós-Doutorado pela Universite de Paris XI (Paris-Sud), U.P. XI, França. 
  • 1953 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título: John Stuart Mill: o psicologismo e a fundamentação lógica
    Orientador: Gilles Gaston-Granger
  • 1982 Especialização em Filosofia pela Columbia University, CUNYC, Estados Unidos
  • 1973 Especialização em Filosofia pela Yale University, Y.U., Estados Unidos

Franklin Leopoldo e Silva

Franklin Leopoldo e Silva
Afiliação acadêmica
Professor Aposentado
Especialização
História da Filosofia Contemporânea
E-mail
franklin@usp.br

Histórico Acadêmico

  • 2010 Professor Visitante, na Universidade Federal de São Carlos - UFSCAR
  • 1998 Professor titular na disciplina de História da Filosofia Moderna e Contemporânea pela Universidade de São Paulo
  • 1991 Livre-docência pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Bergson: Intuição e discurso filosófico
  • 1981 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título do trabalho: Imagem e moral do homem na filosofia francesa do final do século XIX e ínicio do século XX
    Orientação: Profa. Dra. Marilena de Souza Chaui
  • 1975 Mestrado em Filosofia pela Universidade  de São Paulo
    Título do trabalho: O lugar da psicologia no pensamento de Bergson
    Orientação: Profa. Dra. Marilena de Souza Chaui
  • 1971 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Filosofia e Literatura
Resumo: Investigação do caráter revelador da literatura a partir de uma leitura filosófica que preserve a originalidade da "meditação" literária. As referências filosóficas são Bergson e Sartre, e as referências literárias são os romances do gênero"psicológico" ou de "fluxo de consciência": Virgínia Woolf, Clarice Lispector e Lúcio Cardoso. O objetivo é compreender como o critério da temporalidade (Bergson) enseja uma transformação relevante na forma da narrativa nos autores citados. Outro aspecto é a elucidação da existência como processo de subjetivação e sua necessária incompletude: fracasso da vida e fracasso da narrativa assumidos como destino existencial e literário, a partir do paradoxo da liberdade. 

Orientações em andamento

Edelcio Gonçalves de Souza

Edelcio Gonçalves de Souza
Afiliação acadêmica
Professor Associado (Livre-docente)
Especialização
Lógica, Filosofia da Lógica e Filosofia da Linguagem
E-mail
edelcio.souza@usp.br

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ 2

Histórico Acadêmico

  • 2013 Professor Doutor em Filosofia na Universidade de São Paulo.
  • 1997 Pós-Doutorado na Stanford University.
  • 1997 Pós-Doutorado. Stanford University, STANFORD, Estados Unidos
  • 1995 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo.
    Título da Tese: O Problema de Destouches e as lógicas heterodoxas: ensaio sobre o uso de lógicas não-clássicas nos fundamentos da física
    Orientador: Prof. Dr. Newton Carneiro Affonso da Costa.
  • 1992 Mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
    Título da Dissertação: Estrutura e lógica de teorias físicas
    Orientador: Prof. Dr. Newton Carneiro Affonso da Costa 
  • 1989 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo

Pesquisa em desenvolvimento

Tópicos em lógica abstrata
Resumo: Estudo sobre estruturas de consequência do tipo (X,Cn) em que X é um conjunto e Cn é um operador nas partes de X denominado operador de consequência. Desenvolvimento de uma versão geométrica para operadores de consequência com a noção de grupos agindo sobre conjuntos. Estudo da categoria das estruturas de consequência e de certos funtores que podem ser definidos na mesma.
 
Teoria de modelos para linguagens infinitárias
Resumo: Estudos sobre definibilidade em estruturas relacionais de primeira ordem com base em linguagens infinitárias. Generalização de alguns teoremas de ramos específicos da matemática para o caso geral da teoria de modelos (Teoria de Galois Generalizada). Desenvolvimento sobre a relação entre categoricidade, homogeneidade e a noção de isomorfismo forte entre subestruturas de uma dada estrutura.

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
Felipe Gustavo Alves Moreira Reconsiderando princípios lógicos: primeiros princípios e parâmetros de racionalidade Pós-doutorado
Alexandre Costa-Leite Lógica e contradição no paradoxo de Fermi e em estudos do futuro Pós-doutorado
Daniel Arvage Nagase Expressivismo Matemático: Atividade Dedutiva e Construção de Modelos Pós-doutorado
PEDRO NAVARRO ARTONI A disjunção de Gödel e a inevitabilidade da tese anti-materialista Mestrado
EUCLIDES TORRES OMETTO STOLF Categoria, Ponto-fixo e informação Doutorado
FELIPE PEINADO DOS SANTOS Entre indefinibilidade e incompletude: uma leitura comparativa dos teoremas de Tarski e Gödel Mestrado
Eveline Osserio Antonelli Gaiarsa LÓGICA PARACONSISTENTE E O GATO DE SCHRÖDINGER Mestrado
MARCELO LEOPOLDO E SILVA DE CARVALHO FILHO O ISOMORFISMO CURRY-HOWARD Mestrado
Raul Antonio Cristovão dos Santos SEMÂNTICA DE TEORIA DOS JOGOS PARA LÓGICAS POLIVALENTES Mestrado
CHRISTIAN MARCEL DE AMORIM PERRET GENTIL DIT MAILLARD Sobre o conceito de Proto topos Doutorado
LUIZA SILVA PORTO RAMOS Uma nova concepção de lógica abstrata como base para teoria da definibilidade Doutorado
DOUGLAS ALEXANDRE RODRIGUES Uma Reinterpretação da Noção de Quase-Verdade em Lógicas Trivalentes Doutorado

Celso Fernando Favaretto

Celso Fernando Favaretto
Afiliação acadêmica
Professor Colaborador da Pós-graduação
E-mail
cffavare@usp.br

Histórico Acadêmico

  • 2004 - Livre-docência. 
    Faculdade de Educação Usp, FEUSP, Brasil. 
    Título: Moderno, Pós-Moderno, Contemporâneo: na educação e na arte.
  • 1988 - Doutorado em Filosofia 
    Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 
    Título: A Invenção de Hélio Oiticica
  • 1978 - Mestrado em Filosofia 
    Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 
    Título: Tropicália: alegoria, alegria
  • 1968 - Graduação em Filosofia. 
    Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUC Campinas, Brasil.

Pesquisa em Desenvolvimento

Filosofia, Arte e Educação: Questões Contemporâneas
Descrição: Proposições em torno de questões artísticas, culturais e educacionais tratadas ora sob ponto de vista estético, ora sob o ponto de vista artístico-cultural, ora educacional..

Orientações em andamento
Pesquisador Título da pesquisa Categoria
LEONARDO DA SILVA RODRIGUES AINDA POR ACABAR: ESGOTAMENTO, INDETERMINAÇÃO E ELABORAÇÃO NA ARTE CONTEMPORÂNEA Doutorado

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